O advogado do Parque de Diversões Hopi Hari, Alberto Toron, afirmou que o Parque segue todas as normas de segurança e recomendações do fabricante do brinquedo em que a jovem caiu e morreu na sexta-feira. Toron classificou o fecho como um excesso de zelo. Garantiu que o que prende o usuário ao brinquedo na cadeira é o colete que desce automaticamente.
O Hopi Hari foi aberto em 1997 e desde então já recebeu nove milhões de visitantes. Segundo o advogado este foi o primeiro acidente registrado no Parque. Gabriela Yukari Nichimura, de 14 anos, morreu após cair do brinquedo no parque temático Hopi Hari, em Vinhedo, interior de São Paulo, na sexta-feira (24), disse nesta quarta-feira (29) que os técnicos fizeram a perícia em uma cadeira que não era a usada pela adolescente