O engenheiro, gerente geral do Hopi Hari, voltou a prestar depoimento na delegacia de Vinhedo. Ele esclareceu mais detalhes sobre o que pode ter acontecido na cadeira do brinquedo que causou a morte de Gabriela Nishymura, após uma reviravolta no caso, que apontou que a adolescente estava em um assento inoperante há dez anos.
O engenheiro, que no primeiro depoimento descartou a possibilidade de problemas mecânicos no brinquedo, desta vez admitiu que a cadeira onde estava Gabriela estava interditada. O problema não foi apontado na perícia realizada no brinquedo e nem no depoimento anterior do engenheiro. O que não significa que o Hopi Hari tenha omitido informações, na explicação do advogado do parque, Alberto Toron. Segundo ele, quem indicou o posicionamento de Gabriela no brinquedo foram usuários do parque e não funcionários.