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Acusados por morte de bugrino são indiciados por formação de quadrilha

A sexta-feira (23/03) começou movimentada no 10º Distrito Policial de Campinas, onde seis torcedores da Ponte Preta foram levados após serem presos. Eles foram detidos por suspeita de envolvimento na

A sexta-feira (23/03) começou movimentada no 10º Distrito Policial de Campinas, onde seis torcedores da Ponte Preta foram levados após serem presos. Eles foram detidos por suspeita de envolvimento na morte do torcedor do Guarani Anderson Ferreira, de 28 anos.

Anderson foi espancado por torcedores da Ponte no último dia 15 após dois jogos das categorias sub-15 e sub-17 dos dois times e morreu devido aos ferimentos.

Ao todo, foram expedidos oito mandados, sendo que seis foram cumpridos na manhã desta sexta-feira. As prisões temporárias terão duração de 30 dias e aconteceram para que as investigações transcorram normalmente.

De acordo com a Delegada Titular do 10º DP, Yara Eli Marques, os suspeitos são acusados de três crimes e negam ter agredido Anderson.

Ainda de acordo com a Delegada, as provas colhidas pela polícia incluem imagens de câmeras de segurança que mostram esses e outros torcedores, próximos ao local onde ocorreu a briga. Por este motivo, outras pessoas ainda devem ser ouvidas.

Para o advogado de quatro desses suspeitos, Wagner Nascimento Jayme, as imagens não confirmam o envolvimento dos clientes nas agressões que resultaram na morte do torcedor bugrino.

Em contrapartida, o advogado da família da vítima, Ricardo Soares, se diz satisfeito com o trabalho da polícia.

Durante os depoimentos dos acusados, em frente à delegacia, houve um princípio de confusão entre o irmão do torcedor morto e um amigo de um dos detidos. A polícia precisou interceder para que a briga não continuasse.

Além disso, três acompanhantes dos acusados foram revistados após outra agitação em frente ao Distrito Policial. Eles foram levados para dentro da Delegacia antes de serem liberados.

Os seis acusados foram levados ao IML para o exame de corpo de delito, depois seguiram para a cadeia anexa ao 2º Distrito Policial antes de serem encaminhados ao Centro de Detenção Provisória no Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia.

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