A Ceasa-Campinas vai mudar o modelo para os processos de licitação. O pregão presencial deixa de ser utilizado. Um convênio com o Banco do Brasil com a apoio da IMA altera o sistema para o pregão eletrônico. O objetivo é garantir mais transparência ao processo. Com o modelo presencial, funcionários e representantes de empresas interessadas em fornecer um produto se encontram pessoalmente.
Um caso recente na administração pública gerou dúvidas em Campinas. Foi o que aconteceu na Emdec para a contratação de radares portáteis. A empresa Engebrás, que foi investigada por supostas irregularidades na licitação para gerir a fiscalização eletrônica, venceu o pregão presencial.
Com o eletrônico, o pregoeiro não sabe qual empresa faz o lance. Para o gerente da Ceasa, José Anízio Marim, a medida é uma forma de minimizar supostos vícios nos processos licitatórios. Além de tentar dar mais transparência, o pregão eletrônico também é mais ágil. Afinal o modelo presencial na Ceasa chegava a levar até 8 horas para terminar.