A Prefeitura de Campinas tem o projeto para licitar o Sistema Integrado de Limpeza Pública, que define qual empresa ou consórcio vai assumir o contrato para a prestação de serviços de limpeza e coleta de lixo. O vencedor do processo, que está entre os maiores que a prefeitura vai realizar, assinará um contrato no valor de R$ 380 milhões com o poder público. Esse contrato dá o direito de prestação dos serviços de coleta, tratamento e disposição de resíduos urbanos, por quatro anos, podendo ser renovado por um ano extra.
Só que para o presidente do conselho de meio ambiente de Campinas, Rafael Moya, o projeto não contempla regras que foram definidas pelo plano nacional de resíduos sólidos. O vereador Dário Saadi do PMDB é membro da comissão de meio ambiente da Câmara de Vereadores e convocou uma reunião para discutir o contrato de lixo da cidade. Do encontro, o parlamentar saiu com a certeza de que a proposta da prefeitura é equivocada.
O contrato com a Tecam, empresa que detém atualmente a prestação de serviços do sistema, vence na primeira quinzena de dezembro.