Uma proteína encontrada em células do coração pode ser a resposta para um medicamento capaz de prevenir a insuficiência cardíaca em hipertensos. A FAK (Quinase de Adesão Focal) funciona como um sensor de identificação e pode evitar que o coração adoeça. O fármaco ainda é produzido somente em laboratório. O grupo de pesquisadores é da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. O estudo tem pelo menos 10 anos. A biomédica Aline Mara dos Santos integra a equipe.
No Brasil, a insuficiência cardíaca é a terceira causa clínica de internação, sendo associada a 10% das mortes, isto é, cerca de 50 mil mortes por ano. A pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) teve artigo publicado em uma das mais prestigiadas revistas americanas de ciência, a Nature Chemical Biology.