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Serafim quer eficiência na gestão da prefeitura de Campinas

Pedro Serafim, do PDT, foi eleito com 22 votos dos 33 vereadores de Campinas para ser o prefeito da cidade até o dia 31 de dezembro. A sessão histórica desta

Serafim quer eficiência na gestão da prefeitura de Campinas
Pedro Serafim, do PDT, foi eleito com 22 votos dos 33 vereadores de Campinas para ser o prefeito da cidade até o dia 31 de dezembro. A sessão histórica desta terça-feira aconteceu por causa das cassações de Hélio de Oliveira Santos, do PDT, e do vice Demétrio Vilagra, do PT, no ano passado, abalados por […]

Pedro Serafim, do PDT, foi eleito com 22 votos dos 33 vereadores de Campinas para ser o prefeito da cidade até o dia 31 de dezembro. A sessão histórica desta terça-feira aconteceu por causa das cassações de Hélio de Oliveira Santos, do PDT, e do vice Demétrio Vilagra, do PT, no ano passado, abalados por denúncias de corrupção na prefeitura. Com a dupla vacância, a justiça eleitoral determinou eleições indiretas para definir o chefe do executivo para o chamado mandato-tampão.

Quatro nomes disputavam a eleição. Além de Pedro Serafim, estavam no páreo o vereador Arly de Lara Romeu, do PSB, o também parlamentar Antonio Francisco dos Santos, o Politizador, do PMN, e o procurador do município, José Ferreira Campos Filho, do PRTB. Serafim conquistou 22 votos dos ex-colegas, afinal ele comandava a prefeitura de Campinas de maneira interina desde dezembro por ser o presidente do legislativo. Agora efetivado no cargo, Pedro Serafim disse que a intenção é dar mais eficiência a administração municipal.

Com apenas 5 votos, incluindo o dele, o vereador Arly de Lara Romeu, do PSB, estava revoltado com os parceiros de legislativo. O parlamentar afirmou ter sido traído.

Antonio Francisco dos Santos, o Politizador, teve apenas um voto, o dele mesmo. José Ferreira Campos Filho sequer foi lembrado pelos vereadores. Quatro vereadores optaram pela abstenção e um se ausentou.

Pedro Serafim toma posse como prefeito de Campinas nesta quinta-feira e cumpre o mandato até o fim do ano. Os desafios são resgatar a credibilidade da administração municipal que ruiu com as denúncias de corrupção e equacionar os problemas na área da saúde, com superlotação de hospitais, falta de medicamentos e a paralisação de postos de saúde por falta de segurança.

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