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Eleito, vice se considera um ‘clínico geral’ na administração

O vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalhães Teixeira, em sua primeira entrevista à imprensa após a eleição dele e de Jonas Donizette para a prefeitura de Campinas, preferiu se ausentar de

O vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalhães Teixeira, em sua primeira entrevista à imprensa após a eleição dele e de Jonas Donizette para a prefeitura de Campinas,  preferiu se ausentar de grandes polêmicas. Cuidadoso com as palavras se restringiu em algumas respostas a reforçar as falas do próprio Jonas e dar um tom menos contundente a temas como as acusações de corrupção do governo passado.  Mesmo quando questionado sobre os ataques feitos a ele assim que substituiu o indeferido professor Paulão.

Não negou que ser vice na prefeitura de Campinas seja desafiador, mas lembrou de ter com ele um líder e uma equipe preparada para ajudá-lo. Sobre que linha adotará na administração, separou em dois perfis os tipos de vice-prefeitos que ele considera existirem. O especialista que concilia a ação de uma secretaria e a representatividade do cargo e o clínico geral que acompanha as políticas públicas e representa o prefeito. O último foi o escolhido por ele, apesar de ter demonstrado timidez ao dizer que ainda precisa conversar com o prefeito, chamado por ele de patrão.

Quanto a temas como a extensão do horário do bilhete único e a assinatura de contratos como o do lixo, Henrique Magalhães Teixeira, citou, de forma resumida, as respostas já dadas por Jonas Donizette. Que terá meia hora a mais no bilhete e que reverão o contrato. Sobre as parcerias com o governo federal, apesar de ter tido o PT como concorrente, lembrou que o PSB é base da presidente Dilma no Congresso e que o governador Geraldo Alckmin é do mesmo partido dele, o PSDB.

No fim da entrevista, o vice-prefeito brincou e riu depois de falar que gostou de fazer a campanha e que pode se apresentar melhor para as pessoas. Ao 32 anos, Henrique atua como professor de música e cursa o 4º ano de direito.

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