CBN Campinas 99,1 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Sem acordo, trabalhadores do setor de cargas de Viracopos podem parar

Será decidido no próximo dia 11 se os aeroviários do terminal de cargas do Aeroporto de Viracopos entrarão em greve. A assembleia vai ser convocada após o fim do prazo

Sem acordo, trabalhadores do setor de cargas de Viracopos podem parar
Será decidido no próximo dia 11 se os aeroviários do terminal de cargas do Aeroporto de Viracopos entrarão em greve. A assembleia vai ser convocada após o fim do prazo para o pagamento das verbas rescisórias dos 516 trabalhadores demitidos de uma prestadora de serviços da Infraero no terminal de cargas. A decisão foi anunciada […]

Será decidido no próximo dia 11 se os aeroviários do terminal de cargas do Aeroporto de Viracopos entrarão em greve. A assembleia vai ser convocada após o fim do prazo para o pagamento das verbas rescisórias dos 516 trabalhadores demitidos de uma prestadora de serviços da Infraero no terminal de cargas.

A decisão foi anunciada pelo vice-presidente do Sindicato dos Aeroviários do Estado de São Paulo, José Gilmar Bortoletto, que esteve presente na audiência entre o sindicato, a Infraero e a empresa RCM Serviços de Transporte Aéreo. Na reunião, convocada pelo Ministério Público do Trabalho, a Empresa Brasileira de Infra-estrutura aeroportuária não aceitou o pagamento das verbas rescisórias proposto pelo MPT.

Desta forma, segundo o vice-presidente José Gilmar Bortoletto, além de convocar uma assembleia, o sindicato dos Aeroviários deve ingressar com ação coletiva na Justiça.

As demissões aconteceram após o rompimento unilateral do contrato com a prestadora pela Infraero. Com isso, após a transmissão do comando de Viracopos para a concessionária Aeroportos Brasil, parte dos trabalhadores foi realocada para a nova servidora contratada. Mas outra parcela segue sem emprego. A Infraero aceitou arcar com a remuneração relativa a novembro e também com o décimo terceiro salário dos trabalhadores. Porém, não entrou em acordo sobre o pagamento das verbas rescisórias.

Segundo o promotor do Ministério Público do Trabalho, Ronaldo Lira, a questão deve seguir atrásra para a Justiça do Trabalho. Para ele, a Infraero é a responsável pelo pagamento dos direitos dos trabalhadores.

Os representantes da Infraero não quiseram gravar entrevista, mas disseram durante a audiência que negam a responsabilidade pelo pagamento “por entenderem que a empresa RCM já recebeu os devidos valores através dos pagamentos mensais”. Os emissários da empresa, porém, também não concederam entrevista.

Compartilhe

Conteúdos