O Tribunal de Justiça de São Paulo negou recurso do prefeito cassado Hélio de Oliveira Santos contra a quebra de seu sigilo bancário e fiscal. O Ministério Público Estadual pediu a quebra do sigilo dentro da investigação de um contrato firmado em 2007, enquanto o pedetista chefiava o Executivo, com a Ação Artística para o Desenvolvimento Comunitário. A entidade fez um convênio de R$ 7 milhões com a prefeitura para promover a prevenção de DST e Aids.