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Famílias aguardam reunião com a Prefeitura após reintegração de posse

Após a reintegração de posse realizada em uma área do Jardim Novo Aliança, em Campinas, uma comissão das famílias retiradas do local continuava no Paço Municipal na manhã desta sexta-feira

Famílias aguardam reunião com a Prefeitura após reintegração de posse
Após a reintegração de posse realizada em uma área do Jardim Novo Aliança, em Campinas, uma comissão das famílias retiradas do local continuava no Paço Municipal na manhã desta sexta-feira (18/01). O grupo de sete das 42 famílias aguardava uma reunião com representantes da Prefeitura para a definição de um local para a instalação de […]

Após a reintegração de posse realizada em uma área do Jardim Novo Aliança, em Campinas, uma comissão das famílias retiradas do local continuava no Paço Municipal na manhã desta sexta-feira (18/01). O grupo de sete das 42 famílias aguardava uma reunião com representantes da Prefeitura para a definição de um local para a instalação de moradias.

A audiência chegou a ser antecipada para quinta a pedido dos manifestantes, mas não aconteceu porque as famílias queriam a participação do Conselho Tutelar. Segundo o advogado Alexandre Mandl, a reunião estava marcada desde o início da semana e a expectativa é que o Executivo Municipal proponha outras opções além do cadastro em programas de moradia.

Ainda de acordo com o advogado, a proposta de passar a noite em um abrigo não foi aceita pelas famílias porque muitos consideraram o local inapropriado para as crianças. Os integrantes do movimento também cogitaram acampar em frente à prefeitura durante a noite, mas, segundo o advogado Alexandre Mandl, acataram orientação do Conselho Tutelar e decidiram buscar abrigo em outra ocupação.

Desde o anúncio da desapropriação da área que fica às Margens do Anel Viário Magalhães Teixeira, o grupo chegou a impedir o tráfego na rodovia no início da semana e também realizou protestos nas ruas do centro da cidade. Antes da reintegração de posse, a prefeitura de Campinas havia cogitado conseguir um prazo maior para que o local fosse legalizado ou as famílias fossem para outro local, mas, de acordo com a assessoria de imprensa do Executivo, o pedido não foi aceito pela Justiça. Ainda segundo a Prefeitura, além do abrigo temporário, foram oferecidos às famílias auxílio mudança, cestas básicas, roupas e cadastramento na Cohab.

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