Apesar da solicitação do prefeito de Campinas, Jonas Donizette, para a Secretaria de Segurança Pública reforçar a vigilância nos prédios municipais e em unidades de saúde para evitar os furtos e roubos do patrimônio municipal, o secretário Luiz Augusto Baggio afirmou que nem todos poderão ter vigilância 24 horas por falta de recursos e limitação do efetivo. O secretário de segurança reforça que diante da limitação do poder público em oferecer número maior de vigias, a prioridade será para o horário de atendimento quando médicos, servidores e população estão presentes nas unidades.
O Sindicato dos Servidores de Campinas defende a permanência dia e noite de um vigilante, principalmente em unidades de saúde. No último fim de semana o centro de saúde do Jardim Capivari foi invadido e 11 monitores de computador e uma CPU foram levados. Este era um dos cinco postos que foram informatizadas no ano passado. O diretor do Sindicato, Lorivan Valeriano de Souza, diz que os prédios estão frágeis diante da ação dos criminosos. O Sindicato faz levantamento para apurar os registros de furtos e roubos aos centros de saúde, somente as agressões contra trabalhadores foram 20 casos em 2012.
O prefeito Jonas Donizette afirmou em coletiva de imprensa que já entrou em contato com o delegado da seccional de Campinas, José Carneiro de Campos Rolim Neto, pedindo para que crimes como esse não fiquem impunes. E também pediu reforço no patrulhamento da Guarda Municipal. A prefeitura garante que os equipamentos furtados no Capivari foram repostos nesta terça-feira, porém, houve atraso nos dois dias do agendamento de consultas, renovações de receitas, vacinas e consultas de especialidades que precisam do sistema de informática. Mas que a previsão era para retomar os serviços nesta quarta-feira.