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Balanço em que morreu menina não estava previsto em projeto, afirma arquiteto

Após sete meses da morte da menina de 4 anos no Grande Hotel de Águas de São Pedro, um novo depoimento traz uma reviravolta para o caso. O arquiteto e

Balanço em que morreu menina não estava previsto em projeto, afirma arquiteto
Foto: Divulgação/Grande Hotel

Após sete meses da morte da menina de 4 anos no Grande Hotel de Águas de São Pedro, um novo depoimento traz uma reviravolta para o caso. O arquiteto e proprietário da empresa Arueira, que fez o projeto do playground informou ao delegado responsável, Marcel William de Souza, que o balanço em que a menina morreu, não foi feito pela empresa, já que não estava contemplado no projeto.

As investigações estavam em torno da suposta falta de manutenção no brinquedo, já que um laudo técnico da perícia constatou que o equipamento apresentava avançado estado de decomposição, além das fibras de madeira estarem se desfazendo. Durante o inquérito, prestaram depoimentos os responsáveis pelo hotel, monitores de recreação, funcionários e o próprio responsável pela empresa de manutenção do brinquedo, que na época informou que só realizava trabalhos de pintura no equipamento.

Com a nova declaração, o escrivão chefe de Águas de São Pedro, informou à CBN Campinas, que o delegado estuda se o caso será concluído e avalia a necessidade de novas oitivas, para saber de quem é a responsabilidade pelo brinquedo.

Inês Scheller morreu após ser atingida por uma viga de um balanço do hotel, no dia 23 de julho do ano passado. Inês era francesa e passava as férias no Brasil, com os pais, já que a mãe é brasileira e o pai, francês.

 

 

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