O governo de São Paulo reafirmou o desejo de iniciar junto a prefeitura de Campinas a gestão compartilhada do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim. A informação é do secretário de meio ambiente do estado, Bruno Covas, que esteve reunido com o prefeito Jonas Donizette para tratar de assuntos referentes à pasta.
Além do gerenciamento do parque, eles discutiram sobre a liberação dos laudos ambientais de trinta empreendimentos que estão paralisados e a situação dos aterros sanitários da cidade. Sobre o Parque Ecológico, o secretário de meio ambiente, Bruno Covas afirmou que a gestão compartilhada é um desejo das duas partes envolvidas, mas revela que antes de assinar qualquer tipo de acordo, é necessário retomar os estudos de viabilidade, que estavam parados desde 2011.
O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, informou que foi a administração que solicitou ao estado a gestão compartilhada do Parque Ecológico. A proposta do município é aproveitar melhor o espaço, oferecendo à população atividades nas áreas culturais, esportivas, ambientais, entre outras. A prefeitura já fez uma primeira avaliação, que indicou a necessidade de um investimento de R$ 6 milhões de reais por ano para a manutenção do parque e mais R$ 1,8 milhão para vigilância. Segundo Jonas Donizette, a prefeitura tem condições de assumir a responsabilidade pelas finanças do parque em um curto espaço de tempo.
O prefeito Jonas Donizette e o secretário de meio ambiente, Bruno Covas, também discutiram a situação de 30 empreendimentos que estão paralisados aguardando a licença ambiental concedida pelo estado. No encontro ficou acertado que a prefeitura vai notificar os proprietários sobre possíveis pendências na documentação e o estado vai agilizar a análise dos processos, para que as obras sejam retomadas o quanto antes. Entre os empreendimentos que se encontram nessa situação, está o prolongamento do anel viário Magalhães Teixeira.