A Polícia de Campinas segue sem saber o que provocou a morte de três pacientes do Hospital Vera Cruz, após a realização de um exame de ressonância magnética. O caso completou um mês nesta quinta-feira. A única hipótese já descartada pela polícia é a de crime.
Todas as outras linhas de investigação continuam sendo analisadas e a polícia considera fundamental o resultado dos laudos das amostras retiradas dos corpos das vítimas, que estão em análise. O coordenador do corpo clínico da empresa RMC prestou depoimento na polícia e segundo o advogado que representa a RMC, Ralph Tórtima, os esclarecimentos não ajudaram na investigação. As amostras retiradas dos corpos das vítimas estão em análise no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e devem ficar prontas na primeira quinzena de março.