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Obras da estação Nova América são retomadas em Campinas

As obras do sistema de esgotamento Nova América foram retomadas em Campinas após serem suspensas em 2012. Na época, a construção era feita pela empresa Saenge, que foi denunciada pelo

Obras da estação Nova América são retomadas em Campinas
As obras do sistema de esgotamento Nova América foram retomadas em Campinas após serem suspensas em 2012. Na época, a construção era feita pela empresa Saenge, que foi denunciada pelo Ministério Público no escândalo que atingiu a Prefeitura. Depois das cassações de Hélio de Oliveira Santos e Demétrio Vilagra, o contrato foi rompido unilateralmente devido às […]

As obras do sistema de esgotamento Nova América foram retomadas em Campinas após serem suspensas em 2012. Na época, a construção era feita pela empresa Saenge, que foi denunciada pelo Ministério Público no escândalo que atingiu a Prefeitura. Depois das cassações de Hélio de Oliveira Santos e Demétrio Vilagra, o contrato foi rompido unilateralmente devido às suspeitas de irregularidades. Com isso, a construção da estação que atenderia os bairros Campo Belo, Jardim Itaguaçú e São Domingos ficou paralisada.

Um novo processo licitatório, no entanto, permitiu que os trabalhos fossem reiniciados juntamente com outras estações. De acordo com o presidente da Sanasa, Arly de Lara Romeo, as obras continuam apesar dos problemas. Enquanto a estação de Sousas, orçada em R$ 12 milhões, está com os trabalhos adiantados, as outras unidades seguem sendo construídas. A estação Boa Vista, por exemplo, deverá ficar pronta em 2016, quando vence o prazo para o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público. O TAC estabelece que 100% do esgoto produzido na cidade seja tratado.

Para o atual Chefe do Executivo de Campinas, Jonas Donizette, além das estações, a conclusão das redes coletoras também é importante. Ao lado do presidente da Sanasa, Jonas visitou o Módulo 1 da Estação Produtora de Água de Reúso Capivari 2, onde vistoriou também as obras do segundo Módulo. Segundo a Sanasa, a unidade está em fase de pré-operação e custou 91 milhões de reais – verba do Programa federal de Aceleração do Crescimento. A água produzida na estação servirá para reuso industrial.

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