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Saúde tem demora no atendimento após fim de convênio

Antes da reposição de médicos na rede pública de Campinas, a saúde municipal registrou demora no atendimento em alguns locais nesta quinta-feira (14/03). Com 110 profissionais demitidos devido ao fim

Saúde tem demora no atendimento após fim de convênio
Antes da reposição de médicos na rede pública de Campinas, a saúde municipal registrou demora no atendimento em alguns locais nesta quinta-feira (14/03). Com 110 profissionais demitidos devido ao fim do convênio com o Serviço de Saúde Cândido Ferreira, os campineiros que foram até as unidades de pronto atendimento tiveram que esperar. No pronto-socorro da […]

Antes da reposição de médicos na rede pública de Campinas, a saúde municipal registrou demora no atendimento em alguns locais nesta quinta-feira (14/03). Com 110 profissionais demitidos devido ao fim do convênio com o Serviço de Saúde Cândido Ferreira, os campineiros que foram até as unidades de pronto atendimento tiveram que esperar.

No pronto-socorro da Vila Padre Anchieta, onde havia um médico trabalhando, Danilo Henrique, que sentia dores no pé, aguardava sem previsão para a consulta. No mesmo local estava o aposentado Fernando Miguel, que tinha os sintomas de pressão alta. De acordo com a filha que o acompanhava, a espera já durava horas.

No pronto-socorro do bairro São José, onde o paciente Valdinei dos Santos foi atendido depois de uma hora e meia, o único médico no local pediu paciência à população. No Hospital Mário Gatti, no entanto, quem aguardava não se dizia insatisfeito e não houve reclamação sobre o tempo de espera por atendimento no pronto-socorro.

Os problemas em algumas unidades de pronto-atendimento tem relação com o fim da validade do Termo de Ajustamento de Conduta que mantinha parte dos funcionários do convênio em atividade. Com isso, os cerca de 1,3 mil trabalhadores foram demitidos. Entre eles, 110 médicos. Mas de acordo com a Prefeitura, 200 profissionais serão chamados, sendo que 94 já foram contratados: 67 começam a trabalhar nesta sexta-feira e os outros 27 iniciam as atividades na próxima semana.

Para o secretário de Recursos Humanos Marionaldo Maciel, há dificuldade na busca por médicos, mas o atendimento deve ser normalizado. As contratações temporárias com duração de um ano foram permitidas depois que a câmara aprovou um projeto de lei que previa a criação de 210 vagas.

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