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Conselho Tutelar defende recolhimento de jovens que agrediram colega em escola

O Conselho Tutelar de Paulínia classificou a agressão sofrida por um aluno em uma escola estadual como tentativa de homicídio e defende que os dois agressores sejam encaminhados para a

Conselho Tutelar defende recolhimento de jovens que agrediram colega em escola
O Conselho Tutelar de Paulínia classificou a agressão sofrida por um aluno em uma escola estadual como tentativa de homicídio e defende que os dois agressores sejam encaminhados para a Fundação Casa. Na tarde do último dia 14, o jovem foi levado para o fundo do colégio, onde levou várias pauladas na cabeça. Os agressores […]

O Conselho Tutelar de Paulínia classificou a agressão sofrida por um aluno em uma escola estadual como tentativa de homicídio e defende que os dois agressores sejam encaminhados para a Fundação Casa. Na tarde do último dia 14, o jovem foi levado para o fundo do colégio, onde levou várias pauladas na cabeça. Os agressores são irmãos e estudam na mesma escola da vítima.

O aluno foi encaminhado para o Hospital de Paulínia, onde foi constatado um traumatismo craniano leve, além de outras lesões. Ele passou por uma tomografia, que não apontou nenhum problema. A direção da escola não teria notificado o Conselho Tutelar e nem a Vara da Infância e da Juventude. De acordo com o conselheiro tutelar de Paulínia, Renato Nascimento, foi um equívoco a escola não comunicar as autoridades sobre a agressão. Segundo ele, o que aconteceu foi um crime e os agressores deveriam cumprir medidas socioeducativas.

Segundo a dirigente regional de ensino de Sumaré, Dirceuza Pereira, a vítima foi socorrida rapidamente e que seu estado de saúde não foi comprometido. Quanto aos agressores, ela informa que um conselho de pais e professores vai decidir se os dois irmãos devem ser transferidos ou se permanecerão na escola. O Conselho Tutelar deve acompanhar esse processo. Dirceuza Pereira afirma que a expulsão não é uma opção.

Os dois alunos agressores já haviam sido retirados da família e vivem sob tutela da Vara da Infância e da Juventude, em uma Casa de Apoio de Paulínia.

 

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