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Morte na Unicamp: Polícia espera laudos para confrontar depoimentos

O delegado do setor de homicídios de Campinas, Rui Pegolo, afirmou que o laudo do IML sobre a morte do estudante Denis Casagrande deve ficar pronto nesta terça-feira. O documento

Morte na Unicamp: Polícia espera laudos para confrontar depoimentos
O delegado do setor de homicídios de Campinas, Rui Pegolo, afirmou que o laudo do IML sobre a morte do estudante Denis Casagrande deve ficar pronto nesta terça-feira. O documento é apontado pela investigação como fundamental para o esclarecimento do caso, já que seu conteúdo será comparado com os depoimentos dos dois principais suspeitos do […]

O delegado do setor de homicídios de Campinas, Rui Pegolo, afirmou que o laudo do IML sobre a morte do estudante Denis Casagrande deve ficar pronto nesta terça-feira. O documento é apontado pela investigação como fundamental para o esclarecimento do caso, já que seu conteúdo será comparado com os depoimentos dos dois principais suspeitos do crime, o casal Anderson Mamede e Maria Teresa Peregrino, que foram presos na última sexta-feira. A suspeita confessou ter sido a autora do golpe de faca que vitimou o estudante durante uma briga generalizada numa festa que aconteceu na Unicamp, no dia 21 de setembro. Maria Teresa Peregrino alegou que agiu em legítima defesa. Os advogados que representam a suspeita devem entrar com um pedido de habeas corpus para que ela possa responder o processo em liberdade. Eles estiveram no setor de homicídios da Polícia Civil de Campinas nesta segunda-feira, mas não foram recebidos pelo delegado Rui Pegolo, que estava ouvindo o depoimento de outras testemunhas. Ao ser questionado sobre o pedido de habeas corpus, o advogado Rafael Pompermayer não quis entrar em detalhes e disse apenas que ainda não teve acesso ao inquérito policial.

O delegado Rui Pegolo informou que aguarda o laudo do IML, que deve ser disponibilizado nesta terça-feira. Segundo ele, os suspeitos serão ouvidos novamente. Nesta segunda-feira, a Polícia Civil ouviu o depoimento de três testemunhas que estiveram na festa na Unicamp. O delegado Rui Pegolo informou que elas não pertencem ao grupo punk que tinha os suspeitos como integrantes e nem eram amigos da vítima.

 

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