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Unicamp aceita PM e intensifica proibição de festas

Uma semana após o assassinato de Denis Casagrande, o estudante que foi esfaqueado após uma briga em uma festa na Unicamp, a Universidade aceitou a proposta do Governador Geraldo Alckmin

Unicamp aceita PM e intensifica proibição de festas
Uma semana após o assassinato de Denis Casagrande, o estudante que foi esfaqueado após uma briga em uma festa na Unicamp, a Universidade aceitou a proposta do Governador Geraldo Alckmin para que Polícia Militar realize patrulhamentos nos Campi de Campinas, Limeira, Piracicaba e no Centro de Pesquisa de Paulínia. A Pró-Reitora de Desenvolvimento Universitário da […]

Uma semana após o assassinato de Denis Casagrande, o estudante que foi esfaqueado após uma briga em uma festa na Unicamp, a Universidade aceitou a proposta do Governador Geraldo Alckmin para que Polícia Militar realize patrulhamentos nos Campi de Campinas, Limeira, Piracicaba e no Centro de Pesquisa de Paulínia. A Pró-Reitora de Desenvolvimento Universitário da Unicamp, Teresa Atvars, explica que a ação dos policias militares dentro do Campus será preventiva, inclusive para evitar a realização de festas não autorizadas. Ela lembra que em festas de grandes dimensões, nos moldes da que e participava o estudante assassinado, só a tropa de choque consegue evitar, o que ela espera não ser necessário. A Pró-Reitora admitiu que a Unicamp sabia que a festa seria realizada, através do rastreamento de redes socias, mas não esperava a dimensão que iria atingir, com três mil participantes, porque não recebeu notificação dos organizadores.

A Rádio Muda, que é clandestina e atua no Campus, foi a organizadora da festa. A Unicamp quer sua desativação e já conta com a atuação do Ministério Público Federal nesse caso. O Coordenador do DCE da Unicamp, Ícaro Turci, atribuiu a presença da PM no campus, como uma medida de intimidação e pede uma equipe de vigilantes concursados pela universidade, e não terceirizada. Imagens das câmeras de vigilância foram apresentadas à Imprensa, mas não revelam os autores dos golpes de faca e os espancamentos que vitimaram o estudante. No entanto, é possível identificar que o tempo de socorro foi de 18 minutos, entre o momento que o vigilante do Campus recebeu a informação e a chegada da vítima ao Pronto Socorro do Hospital da Unicamp.

 

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