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Macrodenagem na Orosimbo Maia depende de estudos sobre rede elétrica

A obra de revitalização da avenida Orosimbo Maia em Campinas, que envolve a macrodrenagem do córrego Serafim, depende de estudos a serem feitos pela CPFL, responsável pelas torres de transmissão

A obra de revitalização da avenida Orosimbo Maia em Campinas, que envolve a macrodrenagem do córrego Serafim, depende de estudos a serem feitos pela CPFL, responsável pelas torres de transmissão ao longo da via. O motivo, segundo o prefeito Jonas Donizette, é que as 16 estruturas precisam ser removidas para a execução do projeto. A conclusão do levantamento para uma alternativa, no entanto, deve demorar dois anos.

Parte dos recursos da obra viria de uma emenda parlamentar aprovada em Brasília no fim de 2012 e que deve destinar 140 milhões de reais para a canalização dos córregos do Serafim e do Jardim Santa Lúcia. Com isso, a intenção da Prefeitura é remodelar a Orosimbo Maia a exemplo do que foi feito na avenida José de Souza Campos, a Norte-sul, e atrair para a área novos investimentos e empreendimentos imobiliários.

Além disso, a execução do projeto também evitaria que enchentes fossem registradas na via, ocorrências comuns em época de chuva. Em outubro de 2007, durante um temporal, um casal de universitários morreu após ter o carro arrastado pela água que chegou a atingir um metro de altura. Procurada sobre a possibilidade da remoção das torres de transmissão, a CPFL Energia não havia se manifestado sobre o assunto até o fechamento desta reportagem.

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