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Ortopedista alerta para os riscos da corrida de rua

A prática da corrida de rua vem ganhando cada vez mais adeptos em todo o país e em Campinas a situação não é diferente. A cerca de 30 anos era

Ortopedista alerta para os riscos da corrida de rua
A prática da corrida de rua vem ganhando cada vez mais adeptos em todo o país e em Campinas a situação não é diferente. A cerca de 30 anos era apenas uma prova anual nas ruas de Campinas. Atualmente a média é de uma por mês. Apesar de ser uma prática recomendada pelos médicos a […]

A prática da corrida de rua vem ganhando cada vez mais adeptos em todo o país e em Campinas a situação não é diferente.
A cerca de 30 anos era apenas uma prova anual nas ruas de Campinas. Atualmente a média é de uma por mês.
Apesar de ser uma prática recomendada pelos médicos a atividade requer uma série de cuidados para saúde, principalmente no campo ortopédico. De acordo com o ortopedista José Luiz Zabeu, chefe do Departamento de Ortopedia do Hospital Celso Pierro da Puc-Campinas, o praticante deve conhecer o limite do seu próprio corpo. Ele cita que o osso é muito beneficiado pela corrida, já que o impacto repetido o fortalece com o tempo, porém, em situação de sobrecarga ocorre a superação do limite de impacto que este osso pode não suportar. A situação se torna ainda mais preocupante no caso das mulheres que podem ter problemas futuros por questões hormonais. A incidência de lesões musculares, ósseas e vasculares geralmente aparecem em corredores que faz ao menos 3km em cada treino, sendo muito mais comuns naqueles que chegam aos 50km por semana. Para se ter uma ideia, segundo o ortopedista, 40% de quem corre sofre ao menos uma lesão musculoesquelética, principalmente por conta dos excessos que podem levar a uma série de lesão musculares dos quadris aos pés, pernas desalinhadas , hérnia de disco na coluna entre outros problemas. Para evitar os transtornos a orientação é procurar ajuda médica , evitar os excessos e principalmente ficar atento as observação do corpo, pois segundo o ortopedista, nem toda dor é normal para quem corre.

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