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Suspeitos de latrocínio de PM são detidos e polícia busca arma

A apreensão de um menor, de 17 anos, pela corregedoria da PM na Bahia praticamente coloca fim na investigação do latrocínio que vitimou o policial militar Arides Luiz dos Santos,

Suspeitos de latrocínio de PM são detidos e polícia busca arma
A apreensão de um menor, de 17 anos, pela corregedoria da PM na Bahia praticamente coloca fim na investigação do latrocínio que vitimou o policial militar Arides Luiz dos Santos, na tarde do dia 12 de janeiro. Além dele, a polícia já tinha prendido Gullit Fernandes de Oliveira, de 22 anos, suspeito de ser o […]

A apreensão de um menor, de 17 anos, pela corregedoria da PM na Bahia praticamente coloca fim na investigação do latrocínio que vitimou o policial militar Arides Luiz dos Santos, na tarde do dia 12 de janeiro. Além dele, a polícia já tinha prendido Gullit Fernandes de Oliveira, de 22 anos, suspeito de ser o responsável pelo tiro que matou a vítima. A informação é do diretor do Deinter 2, Licurgo Nunes Costa, que afirmou que falta apenas encontrar a arma que a dupla utilizou para assassinar a vítima. Os dois foram identificados através das câmeras de segurança do posto de gasolina que eles tentaram assaltar. O menor foi apresentado na Delegacia de Investigações Gerais nesta segunda-feira. Já Gullit Fernandes de Oliveira foi preso em Espinosa, em Minas Gerais, e trazido para Campinas, onde prestou depoimento e confessou ter sido o autor do disparo. De acordo com Licurgo Nunes Costa, não há mais dúvidas sobre a autoria do latrocínio. Ele afirma que faltam ainda algumas investigações complementares para que o revolver calibre 38 seja encontrado.

A repercussão do crime foi grande, porque existe uma suspeita de envolvimento de policiais militares em uma chacina que aconteceu horas depois e que deixou 12 pessoas mortas. Segundo amigos e parentes das vítimas, os PMs teria reagido à morte do colega. O diretor do Deinter 2 afirmou que não vai se manifestar sobre os assassinatos em série, já que qualquer informação neste momento pode atrapalhar as investigações. Licurgo Nunes Costa, disse apenas que só vai se manifestar quando a polícia tiver provas concretas sobre a autoria do crime.

A polícia já ouviu o depoimento de 52 pessoas, entre testemunhas, familiares, policiais militares e guardas municipais. Outros 31 policiais do Baep foram ouvidos na corregedoria da PM, em São Paulo.

 

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