Uma linha principal de investigação sobre a chacina que deixou doze pessoas mortas em Campinas pode ser definida até o meio desta semana, segundo o promotor que acompanha o caso, Ricardo Silvares. Até atrásra, a polícia não descartou nenhuma hipótese sobre a autoria do crime, que aconteceu entre os dias 12 e 13 deste mês. Até atrásra, foram ouvidas 38 testemunhas, entre elas, policiais militares que estavam trabalhando quando a chacina aconteceu. De acordo com Ricardo Silvares, a polícia está próxima de definir se houve a ação de policiais no crime ou se houve uma briga entre gangues. Segundo ele, isso não significa que será possível determinar neste momento a autoria dos assassinatos em série.
A secretaria de segurança pública de São Paulo informou através de nota que o secretário Fernanda Grella Vieira confirmou nesta segunda-feira que 38 pessoas já foram ouvidas pela Polícia Civil para apurar as responsabilidades pela morte das vítimas. Ele afirmou que atrásra os policiais estão realizando uma série de diligências para aprofundar as investigações. Além do apoio da Corregedoria da Polícia Militar, o caso está sendo acompanhado pelo Ministério Público. O secretário reafirmou que continua acompanhando pessoalmente as apurações do caso.