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Após seca, temporais já preocupam Defesa Civil de Campinas

Após um período atípico de estiagem na região, a Defesa Civil de Campinas já se prepara para uma situação de risco, já que há uma tendência de temporais até o

Após seca, temporais já preocupam Defesa Civil de Campinas
Após um período atípico de estiagem na região, a Defesa Civil de Campinas já se prepara para uma situação de risco, já que há uma tendência de temporais até o mês de maio. Neste começo de ano, mesmo sem as chuvas que são comuns nos meses de janeiro e fevereiro, em todo estado, quatro mil […]

Após um período atípico de estiagem na região, a Defesa Civil de Campinas já se prepara para uma situação de risco, já que há uma tendência de temporais até o mês de maio. Neste começo de ano, mesmo sem as chuvas que são comuns nos meses de janeiro e fevereiro, em todo estado, quatro mil pessoas ficaram desabrigadas devido às enchentes. O número de mortes já supera o de 2013, principalmente devido às chuvas que atingiram o município da Itaoca. Os números de quedas de árvores também dobraram. O diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado, diz que a situação de estiagem mascara um período que pode ser marcado por temporais e consequentemente danos à população.

A notícia da tendência de chuva nos próximos meses é bem vinda, pelo aspecto do risco que a estiagem poderia causar em Campinas. De acordo com consultor da Sanasa, Paulo Tínel, se a cidade continuasse sem as chuvas, a água seria suficiente apenas para 10% da população. Para ele, Campinas tem a situação mais crítica se comparada aos outros municípios abastecidos pelo Sistema PCJ.

No sábado, dia 15 de fevereiro, Campinas registrou chuva de 26 mm, o que já amenizou o risco de racionamento, acompanhado da liberação de 1m³ de água do Sistema Cantareira, pelo Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Apesar da situação ser mais tranquila após a chuva, a pauta de segurança hídrica está em discussão. A prefeitura já anunciou a construção de barragens e no legislativo vereadores propõe alternativas. Em reunião da Comissão do Meio Ambiente, foram sugeridas medidas como políticas de armazenamento da água da chuva, reuso da água, mais autonomia no Sistema Cantareira, uso de poços artesianos e relatórios mensais da Sanasa para que a população tenha conhecimento da situação de abastecimento em cada mês.

 

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