A falta de chuvas no mês de janeiro fez o número de queimadas em Campinas crescer cerca de 470%. No ano passado, o período teve 14 focos. Este ano, foram 80, segundo o Corpo de Bombeiros. A Defesa Civil desde o início do ano fez oito notificações de ocorrências deste tipo. A situação atípica de um janeiro seco fez os o Corpo de Bombeiros de Campinas mudar a estratégia. Ao invés de combate as inundações, as viaturas tiveram que ser equipadas para combater fogo. O major Wilson Lago Filho diz que ainda houve um agravante: sem chuva, o mato foi atingido, propiciando as queimadas.
Os focos de incêndio foram registrados em áreas urbanas e às margens das rodovias que cortam a cidade. A orientação é que as pessoas que tem terrenos mantenham o mato baixo. A limpeza dos locais também é importante. Além da conscientização para que a população não coloque fogo nas áreas do município, o Corpo Bombeiros espera contar com meteorologia.
A chuva que veio em fevereiro anima o major da corporação Wilson Lago Filho. Porém ele teme um novo período de estiagem.
O município de Sumaré também teve quase cinco vezes mais queimadas neste início de ano. Nos primeiros 40 dias, foram registradas 14 ocorrências. No mesmo período de 2013 foram três.