Os vigilantes terceirizados do Instituto de Tecnologia do Alimento, o ITAL, em Campinas, paralisaram as atividades na manhã desta sexta-feira (28/02). Eles pedem o pagamento do adicional por periculosidade, assim como o a regularização de outros benefícios.
Ao todo, são 15 trabalhadores, que se reuniram no início do expediente em frente ao portão do local, na Estrada dos Amarais, no bairro Vila Nova. Eles impediram a entrada dos demais funcionários. Houve um princípio de tumulto, mas a Polícia Militar foi chamada para acompanhar a manifestação. Depois de alguns minutos, a movimentação foi normalizada.
De acordo com o diretor do sindicato da categoria, Ronaldo Sousa, o protesto foi feito para chamar a atenção da empresa Reak Segurança Patrimonial, que não estaria pagando todos os benefícios dos vigilantes. Já a diretora de Finanças do ITAL, Gláucia Teresa Schigliano, explica que o pagamento é feito de modo normal pelo Instituto. Segundo ela, o órgão tenta um acordo entre o sindicato e a empresa para que a segurança no local não seja prejudicada.
Procurada para se posicionar sobre o assunto, a Reak Segurança Patrimonial afirmou por meio do Departamento Contábil que uma reunião entre as partes está programada para o próximo dia 6 de março. A empresa alegou ainda que “não está se recusando a regularizar a situação, mas reconhece as dificuldades no pagamento e por isso busca meios para resolver o impasse”. Mesmo com a paralisação, o ITAL não teve as atividades suspensas.