A paralisação no Hospital Mário Gatti impacta o atendimento em outras unidades de saúde de Campinas. Na Unidade de Pronto Atendimento do Centro, a procura por médicos aumentou cerca de 40%. A informação foi passada para a reportagem na manhã desta terça-feira (18/03), por um dos chefes do plantão do local. A espera de cerca de quatro horas. Até atendimentos preferenciais de idosos chegaram quase a essa média de espera.
Marina Medeiros de 68 anos teve que esperar três horas e meia. Ela elogia o atendimento dos profissionais, mas fala do problema que é esperar tanto tempo.
No caso de Valfredo Jorge, a situação era de acidente de trabalho. Ele estava a cerca de uma hora e meia aguardando o atendimento que ele considera de urgência, dada a dor sentida e a possível gravidade. Para Jorge, a informação foi de que a espera também seria de pelo menos quatro horas.
Funcionários do Pronto Atendimento do centro informaram que na segunda-feira (17/03), quando começou a paralisação no Mário Gatti, durante o dia, 450 pessoas foram atendidas. O normal é um atendimento de cerca de 300 pacientes.