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Comerciantes calculam prejuízos após tumulto em Barão Geraldo

A manhã desta quarta-feira (05/03) foi de trabalho e cálculo dos prejuízos para os comerciantes que tiveram os estabelecimentos depredados durante o carnaval no distrito de Barão Geraldo, em Campinas.

Comerciantes calculam prejuízos após tumulto em Barão Geraldo
A manhã desta quarta-feira (05/03) foi de trabalho e cálculo dos prejuízos para os comerciantes que tiveram os estabelecimentos depredados durante o carnaval no distrito de Barão Geraldo, em Campinas. A confusão aconteceu na madrugada de terça-feira, mas os reparos só puderam ser feitos após o fim do feriado. Foi o caso de uma banca […]

A manhã desta quarta-feira (05/03) foi de trabalho e cálculo dos prejuízos para os comerciantes que tiveram os estabelecimentos depredados durante o carnaval no distrito de Barão Geraldo, em Campinas. A confusão aconteceu na madrugada de terça-feira, mas os reparos só puderam ser feitos após o fim do feriado. Foi o caso de uma banca de jornais e de uma agência bancária.

Localizada na Avenida Santa Izabel, uma farmácia também teve as portas de ferro danificadas, o que obrigou o proprietário Jairo Rufino a gastar 550 reais no conserto. Ele conta que já havia instalado painéis de madeira nas vidraças como forma de prevenção. Já a dona de uma loja de chocolates, que fica na mesma avenida e que teve uma das vidraças quebradas, explica que ainda não sabe o valor total dos prejuízos. Segundo Maria Inês de Souza, além do vidro temperado, alguns produtos também foram danificados.

As depredações foram registradas durante um tumulto na madrugada de terça-feira. De acordo com testemunhas, a PM chegou de repente e atirou bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha contra foliões que se concentravam na Praça do Côco. O universitário Edcarlos Alves Rocha reclama da ação da PM. Segundo ele, uma das hipóteses é de que a confusão teria começado após um grupo tentar invadir um estabelecimento e ter atirado pedras contra policiais.

Além de policiais militares, guardas municipais também estavam no local e chegaram a registrar um boletim de ocorrência por danos a uma das viaturas. A atuação da GM, de acordo com o secretário de Segurança de Campinas, Luiz Augusto Baggio, foi necessária para conter os vândalos. Baggio, porém, nega que os guardas tenham participado da ação na Praça do Côco.

Em nota, a Polícia Militar confirmou o uso de bombas de efeito moral e de balas de borracha e alegou que “foi necessária atuação mais incisiva”, já que a corporação havia sido acionada para atender ocorrências de vandalismo e invasão a um supermercado. De acordo com o comunicado, como houve um tumulto com agentes da guarda municipal, a multidão “saiu pelas ruas cometendo os danos e arremessando garrafas contra os guardas e policiais militares”. Por isso, segundo o documento, o Batalhão de Ações Especiais da PM foi chamado e “utilizou munição de borracha e bombas de efeito moral para controlar a situação” gerada por “pessoas mal intencionadas, que se utilizavam do momento para a prática de atos criminosos”.

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