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Empresa vai refazer projeto do PS Metropolitano

O projeto para a construção do Pronto-Socorro Metropolitano, apontado como solução para desafogar a rede de saúde de Campinas, será refeito por uma empresa contratada pela Prefeitura. A unidade também

O projeto para a construção do Pronto-Socorro Metropolitano, apontado como solução para desafogar a rede de saúde de Campinas, será refeito por uma empresa contratada pela Prefeitura. A unidade também vai atender os municípios de Sumaré, Hortolândia e Monte Mor e deve aliviar a demanda no Hospital Doutor Mário Gatti e no Pronto Atendimento Anchieta.

O documento básico para abertura da licitação já foi entregue pela Secretaria de Infraestrutura e a concorrência deve ser aberta em 60 dias. A partir disso, as empresas terão três meses para apresentar a proposta de execução. Depois disso, outro processo será aberto para definir a empreiteira responsável.

Segundo o diretor do Departamento de Projetos, Renato Camargo de Barros, o plano original não pôde ser seguido devido a uma série de falhas. Além de incoerências financeiras e estruturais, o projeto também não possuía anotações de responsabilidade técnica.

Entregue em 2011, durante a gestão do prefeito cassado Hélio de Oliveira Santos, do PDT, a proposta inicial de construção não foi executada devido a diversos problemas técnicos. Um ano depois, na administração de Pedro Serafim, também do PDT, o plano voltou a ser questionado pelo Ministério da Saúde.

Ainda segundo Renato Camargo, o novo projeto tem custo estimado em R$ 275 mil, mas o valor deve ser reduzido após a participação da empresa. Ao todo, R$ 6,1 milhões estão disponíveis para a Prefeitura. Deste montante, R$ 5,5 milhões virão do Ministério da Saúde, enquanto R$ 600 mil serão uma contrapartida do Executivo Municipal. O hospital será instalado na Avenida João Paulo Segundo, na Vila Padre Anchieta.

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