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Estado está em alerta e cadeia de Campinas fica lotada após greve de agentes

Os policiais do estado de São Paulo estão em estado de alerta. A atenção é redobra e a segurança reforçada após a transferência de Marcos Camacho, o Marcola e outros

Estado está em alerta e cadeia de Campinas fica lotada após greve de agentes
Os policiais do estado de São Paulo estão em estado de alerta. A atenção é redobra e a segurança reforçada após a transferência de Marcos Camacho, o Marcola e outros três chefes da facção criminosa que age no estado, para o Regime Disciplinar Diferenciado, o RDD, da Penitenciária de Presidente Bernardes. O delegado geral da Polícia […]

Os policiais do estado de São Paulo estão em estado de alerta. A atenção é redobra e a segurança reforçada após a transferência de Marcos Camacho, o Marcola e outros três chefes da facção criminosa que age no estado, para o Regime Disciplinar Diferenciado, o RDD, da Penitenciária de Presidente Bernardes. O delegado geral da Polícia Civil do estado, Luiz Maurício Souza Blaseck, reconhece esta mais crítica neste momento, mas acrescenta que também está relacionada às mobilizações que estão acontecendo. Blaseck reforça que é um momento para os policias estarem atentos em serviço e também fora do trabalho.

A situação no estado de São Paulo também foi agravada com paralisação dos agentes penitenciários a partir do dia 10 deste mês. Eles proibiam a entrada de presos nos centros de detenção provisória, e assim as cadeias e carceragens, que são espaço de trânsito dos detidos, ficaram lotadas. Nesta quinta-feira (13/03), o Ministério da Justiça concedeu uma liminar obrigando a liberação da entrada dos presos.

Blaseck, reconhece a lotação de algumas unidades de trânsito de presos e que mesmo com a liminar, a normalização só deve acontecer na quarta-feira (19/03). Em Campinas, o diretor do Deinter 2, Licurgo Costa, já se mostrava preocupado em relação a lotação da cadeia da cidade, que é onde é feito o trânsito dos presos. Até esta sexta-feira, cerca de 60 presos estavam no local. Licurgo afirmou que havia controle da situação, mas não deixou de reforçar a segurança.

Apesar da lotação na cadeia pública de Campinas, os distritos policias não sentiram reflexo na primeira semana da paralisação dos agentes, conforme constatou a reportagem.

 

 

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