A greve dos agentes penitenciários que começou no dia 10 de março reflete nos serviços feitos por presos do regime semi-aberto do Complexo Campinas/Hortolândia. Eles são responsáveis por trabalhos de manutenção em córregos, de pontes, pintura no espaço viário, limpeza de terrenos públicos e de bocas de lobo. Em Campinas, a Secretaria de Serviços Públicos informou que tais serviços foram suspensos, já que os agentes não permitem a entrada dos ônibus que fazem o transporte dos presos. Ao todo são 550 que há mais de 15 dias não podem sair do CDP para realizar o trabalho.
Os serviços ficaram comprometidos, mas alguns tiveram reforço do Departamento de Limpeza Urbana (DLU) e Departamento de Parques e Jardins (DPJ).