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Hospital de Americana registra óbitos de infectados por KPC

Após a confirmação de sete contaminações pela bactéria KPC no Hospital Municipal de Americana, novos testes são esperados para saber se a situação foi controlada. Dos sete pacientes diagnosticados desde

Hospital de Americana registra óbitos de infectados por KPC
Após a confirmação de sete contaminações pela bactéria KPC no Hospital Municipal de Americana, novos testes são esperados para saber se a situação foi controlada. Dos sete pacientes diagnosticados desde fevereiro, dois morreram, outros dois receberam alta e três seguem internados. O surto fez com que todas as cirurgias eletivas no local fossem canceladas. De […]

Após a confirmação de sete contaminações pela bactéria KPC no Hospital Municipal de Americana, novos testes são esperados para saber se a situação foi controlada. Dos sete pacientes diagnosticados desde fevereiro, dois morreram, outros dois receberam alta e três seguem internados.

O surto fez com que todas as cirurgias eletivas no local fossem canceladas. De acordo com o Chefe da Comissão de Controle de Infecção do hospital, Arnaldo Gouveia, um dos casos de óbito foi causado por complicações geradas pelo micro-organismo.

Conhecida como superbactéria, a KPC é resistente à maioria dos antibióticos, atinge principalmente pessoas debilitadas e a suspeita é de que tenha ingressado no Hospital Municipal Doutor Waldemar Tobaldi através de um paciente transferido em janeiro. Logo após a constatação, outros seis casos foram identificados e os infectados foram mantidos em áreas isoladas da enfermaria e da Unidade de Terapia Intensiva.

Com três pacientes ainda internados, sendo um deles em estado grave, o responsável pelo controle de infecção do hospital aguarda os resultados de novos exames para saber se o problema foi controlado. As análises devem ser concluídas nos próximos dois meses.

O micro-organismo é o mesmo que provocou a suspensão de internações na UTI do Hospital Celso Pierro em julho de 2013, quando sete casos foram confirmados. No mesmo ano, o Hospital das Clínicas da Unicamp também registrou 11 contaminações por KPC. Deste total, seis morreram, mas a presença da bactéria não foi considerada determinante pela unidade.

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