O ouvidor das Policias do Estado de São Paulo, Júlio César Fernandes Alves, acredita que a ação da Polícia Militar durante o carnaval em Barão Geraldo seria uma espécie de treinamento para ser usado nas manifestações de rua. Durante o tumulto na madrugada da última terça-feira, a polícia utilizou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar a população. Houve quebra quebra e vários estabelecimentos comerciais foram danificados. Alguns foliões alegam que saíram feridos por balas de borracha.
Para o ouvidor não houve motivos para que a PM agisse daquela forma. Nesta quinta-feira ele protocolou uma representação na Corregedoria da Polícia Militar. O documento propõe uma investigação sobre o uso de bombas de efeito moral e armas não letais durante o tumulto ocorrido na terça-feira de Carnaval, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas.