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PF desmonta esquema de tráfico em Campinas

Seis pessoas foram presas nesta quinta-feira (20/03) na Operação Pandemônio da Polícia Federal, que investiga uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas na região de Campinas. O chefe do

PF desmonta esquema de tráfico em Campinas
Seis pessoas foram presas nesta quinta-feira (20/03) na Operação Pandemônio da Polícia Federal, que investiga uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas na região de Campinas. O chefe do grupo está entre os detidos e a estimativa é de que ao menos 400 kg de pasta base de cocaína foram transportados nos últimos seis […]

Seis pessoas foram presas nesta quinta-feira (20/03) na Operação Pandemônio da Polícia Federal, que investiga uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas na região de Campinas. O chefe do grupo está entre os detidos e a estimativa é de que ao menos 400 kg de pasta base de cocaína foram transportados nos últimos seis meses. A substância vinha do Paraguai com destino ao estado de São Paulo.

De acordo com o Delegado-chefe da Polícia Federal em Campinas, Sebastião Pujol, a distribuição do entorpecente era financiada pela atuação dos criminosos no meio empresarial. Os bandidos usavam o dinheiro da venda de veículos de luxo, imóveis e até de uma franquia do ramo alimentício.

Durante os mandados de prisão e de busca e apreensão em Campinas, Sumaré e Ribeirão Preto, quatro quilos de pasta base de cocaína foram apreendidos, assim como R$ 20 mil em dinheiro. O valor foi oferecido a um policial durante a ação. O suspeito foi preso por corrupção ativa, assim como outro homem, que portava ilegalmente munições de fuzil e pistola. Ao todo, duzentas unidades foram recolhidas.

Ainda segundo o delegado-chefe Sebastião Pujol, além dos dois, outros quatro detidos estão ligados diretamente ao grupo criminoso, sendo que oito já haviam sido presos ao longo de 2013. Ao menos 80 policiais federais participaram da Operação Pandemônio, assim como cerca de 20 policiais militares do Batalhão de Ações Especiais, o Baep. O destino dos presos não foi informado pela Polícia.

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