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PM libera à força entrada de presos em Hortolândia

Mesmo com o apoio da Força Tática da Polícia Militar, cem presos que chegaram a entrar no Complexo Penitenciário Campinas Hortolândia, acabaram retornando às carceragens dos distritos policiais da região

PM libera à força entrada de presos em Hortolândia
Mesmo com o apoio da Força Tática da Polícia Militar, cem presos que chegaram a entrar no Complexo Penitenciário Campinas Hortolândia, acabaram retornando às carceragens dos distritos policiais da região de Campinas. Um grupo de agentes penitenciários em greve permaneceu desde a manhã dessa quinta-feira inibindo a transferência de presos para o local. Em duas ocasiões, eles […]

Mesmo com o apoio da Força Tática da Polícia Militar, cem presos que chegaram a entrar no Complexo Penitenciário Campinas Hortolândia, acabaram retornando às carceragens dos distritos policiais da região de Campinas. Um grupo de agentes penitenciários em greve permaneceu desde a manhã dessa quinta-feira inibindo a transferência de presos para o local. Em duas ocasiões, eles chegaram a fazer uma barreira humana nos portões do presídio. Houve confronto com a Força Tática, que retirou com os próprios braços os agentes,  liberando a entrada dos presos. O presidente do Sifuspesp- sindicado dos servidores do sistema prisional, João Rinaldo Machado, participou dessa barreira humana. Só que dentro do presídio, local onde a Policia Militar não tinha permissão judicial para entrar, os agentes decidiram não receber os presos e entregaram as chaves aos diretores das unidades. A decisão dos agentes frustrou a ação, de acordo com o Diretor do Sindicato dos Agentes Penitenciários da Regional Campinas, Carlos Rufino. Entre as reivindicações, estão reajuste salarial de 20% referente à inflação, 5% de aumento real e melhores condições de trabalho. Uma pauta que, de acordo com Machado, não foi negociada com o Governo, que só aceita conversar se a greve terminar. O Governador Geraldo Alckmin, no entanto, afirma que o diálogo está acontecendo. A greve prevê a manutenção apenas de serviços essenciais como entrega de cartas, alimentação, alvará de soltura e atendimento médico.

 

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