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Proibição de entrega de sacola aos presos de Hortolândia gera protesto

Um protesto realizado por esposas, mães e filhas de presos do Complexo Penitenciário Campinas/Hortolândia causou tumulto em frente ao local. Elas fizeram uma corrente humana e fecharam um trecho da

Um protesto realizado por esposas, mães e filhas de presos do Complexo Penitenciário Campinas/Hortolândia causou tumulto em frente ao local. Elas fizeram uma corrente humana e fecharam um trecho da estrada velha Campinas Hortolândia, nos dois sentidos. Houve congestionamento no local, por volta de 8h, mas o trânsito foi liberado 15 minutos depois.O protesto foi contra o impedimento imposto pelos agentes penitenciários em greve da entrega de produtos de higiene e alimentos aos detentos.  A entrega da sacola com mantimentos, como chocolate, sabonete, pães e cigarro, conhecida como Jumbo, faz parte da rotina dessas mulheres, que estavam revoltadas com o impedimento. A falta de comida e de produtos de higiene dentro do presídio foi negada por Carlos Ferreira, da regional Campinas da Força Sindical, que está participando da organização da greve. Ele afirma que não está havendo restrição na rotina alimentar dos detentos. Ferreira não descarta a possibilidade de rebelião por causa das restrições impostas aos detentos, mas garante que o comando de greve está orientando os agentes penitenciários a acalmarem os ânimos dos presos. A greve, que começou no dia 10 de março, prevê a manutenção apenas de serviços essenciais como entrega de cartas, alimentação, alvará de soltura e atendimento médico. Continuam cancelados os atendimentos em fóruns, transferência de presos, visitas e entrada de advogados. Entre as reivindicações, estão reajuste salarial de 20% referente à inflação, 5% de aumento real e melhores condições de trabalho.

 

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