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Visita é liberada com limitação de alimentos no Complexo Penitenciário

Os familiares dos detentos das unidades do Complexo Campinas Hortolândia conseguiram entrar para a visita neste sábado (22/03), mas os chamados “jumbos”, que são as sacolas com alimentos, foram limitadas

Visita é liberada com limitação de alimentos no Complexo Penitenciário
Os familiares dos detentos das unidades do Complexo Campinas Hortolândia conseguiram entrar para a visita neste sábado (22/03), mas os chamados “jumbos”, que são as sacolas com alimentos, foram limitadas em itens pelos agentes penitenciários. Foram liberados uma visita por preso e um pacote de cigarro, um tuperware com comida e um refrigerante para cada […]

Os familiares dos detentos das unidades do Complexo Campinas Hortolândia conseguiram entrar para a visita neste sábado (22/03), mas os chamados “jumbos”, que são as sacolas com alimentos, foram limitadas em itens pelos agentes penitenciários. Foram liberados uma visita por preso e um pacote de cigarro, um tuperware com comida e um refrigerante para cada parente. A entrada aconteceu por volta das 07h30 da manhã. O horário de visita é das 08h às 16h. As visitas eram em sua grande maioria de mulheres. Muitas reclamaram da limitação para os alimentos. Parte delas precisou retornar com lanches e outros produtos que estavam fora da lista estipulada pelos agentes que estão em greve há 12 dias.

Novamente como durante a semana os familiares criticaram a oferta de refeições dentro das unidades. Há relatos de que os alimentos chegam azedos nas celas. Houve também falta de produtos de higiene pessoal que foram proibidos de entrar neste sábado. Houve denúncia de que alguns itens como cigarros excedidos do limite imposto e barras de chocolates teriam sido confiscados para uso pessoal dos agentes.

O clima foi de tranquilidade pela manhã, apesar do grande movimento de carros e pessoas. Não haviam transferências ou transporte de presos previstas para este domingo. Fato que desencadeou conflitos e até a presença da Tropa de Choque da PM durante a semana. No Complexo existem um Centro de Progressão Penitenciária (CPP), um Centro de Detenção Provisória (CDP) e três penitenciárias.

Os dirigentes sindicais estimam que 150 das 158 unidades prisionais do Estado tem agentes em greve. O governador de SP, Geraldo Alckmin, em coletiva nesta sexta-feira (21/03) classificou como corporativismo o comportamento dos agentes em impedir a entrada e saída dos detentos das cadeias. O grupo pede reposição salarial e reajuste no salario-alimentação.

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