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Equipamentos de autoclave rede de saúde de Campinas estão inativos por falta de manutenção

Um levantamento feito pelo conselho municipal de saúde apontou que parte das máquinas utilizadas para esterilização de equipamentos na rede pública de saúde de Campinas está inativa por falta de

Equipamentos de autoclave rede de saúde de Campinas estão inativos por falta de manutenção
Um levantamento feito pelo conselho municipal de saúde apontou que parte das máquinas utilizadas para esterilização de equipamentos na rede pública de saúde de Campinas está inativa por falta de manutenção. O problema foi constatado pelo órgão e encaminhado ao executivo para que providências sejam tomadas. Segundo o levantamento, das 14 máquinas disponíveis no Distrito […]

Um levantamento feito pelo conselho municipal de saúde apontou que parte das máquinas utilizadas para esterilização de equipamentos na rede pública de saúde de Campinas está inativa por falta de manutenção. O problema foi constatado pelo órgão e encaminhado ao executivo para que providências sejam tomadas. Segundo o levantamento, das 14 máquinas disponíveis no Distrito de Saúde Norte, apenas 4 estão em funcionamento. No Distrito Sul são 16 unidades, sendo que deste total, 12 não estão sendo utilizadas. No Distrito Noroeste, a situação ainda é pior, já que das 13 autoclaves disponíveis, duas estão funcionando.

Somando os equipamentos de todos os distritos, são 43 máquinas disponíveis, sendo que 33 estão paradas e apenas 10 estão em funcionamento. De acordo com o presidente do conselho municipal de saúde, Paulo Mariante, a responsabilidade pela manutenção das autoclaves em Campinas é do poder público, que já teve mais de um ano e três meses para resolver o problema. Paulo Mariante afirma que a falta de uso dos equipamentos prejudica ainda mais o atendimento à população, que hoje está saturado devido a falta de profissionais e a epidemia de dengue.

A secretaria de saúde informou através de nota que a atual administração assumiu sem que existisse um contrato de manutenção de autoclaves. Esse contrato começou a ser preparado no ano passado e entrou em vigor em fevereiro deste ano. Desde então, os equipamentos começaram a passar por reparos, de acordo com cronograma traçado pelos distritos de saúde. Ainda segundo a nota, 17 dos mais de 70 equipamentos existentes na rede precisam de manutenção e serão consertados o mais rápido possível, sempre respeitando o cronograma. A Secretaria garantiu que em nenhum momento o material utilizado deixou de ser esterilizado e que não houve prejuízo à população.

 

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