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Ministério Público do Trabalho ouve representantes do Iguatemi e Construtora Método.

Com o objetivo de apurar responsáveis pela queda de uma laje que vitimou dois operários nas obras de expansão do Shopping Iguatemi em Campinas, o Ministério Público do Trabalho ouviu,

Ministério Público do Trabalho ouve representantes do Iguatemi e Construtora Método.
Com o objetivo de apurar responsáveis pela queda de uma laje que vitimou dois operários nas obras de expansão do Shopping Iguatemi em Campinas, o Ministério Público do Trabalho ouviu, pela primeira vez, representantes do Shopping e da Construtora Método. O acidente que aconteceu no dia 19 de maio, vitimou Manoel Willes Bernardo da Silva […]

Com o objetivo de apurar responsáveis pela queda de uma laje que vitimou dois operários nas obras de expansão do Shopping Iguatemi em Campinas, o Ministério Público do Trabalho ouviu, pela primeira vez, representantes do Shopping e da Construtora Método.

O acidente que aconteceu no dia 19 de maio, vitimou Manoel Willes Bernardo da Silva e Francisco Célio Pereira da Silva, que trabalhavam na limpeza do local após a concretagem da laje.

Segundo o promotor Everson Carlos Rossi, esta primeira audiência foi proveitosa para dar inicio aos esclarecimentos sobre as responsabilidades do acidente.

O Ministério Público ainda não pode dar um parecer efetivo sobre as causas e responsabilidades, mas segundo o promotor, a hipótese que um caminhão munk tenha batido na estrutura está descartada.

Para o MP está evidente que o problema foi com o console, uma espécie de apoio para Laje. A tentativa dos promotores é identificar se a peça foi mal colocada ou não era resistente o suficiente.

A promotoria identificou que várias terceirizadas trabalhavam na obra, de responsabilidade da Método Engenharia. Especificamente no console e na laje onde ocorreu o  acidente, a atividade era de uma empresa terceirizada.

Para dar continuidade aos trabalhos, o MPT espera os laudos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, onde deve ser mostrada a real causa do acidente. O promotor Everson Carlos Rossi espera que este laudo e outros documentos sejam entregues ao MPT para definir as responsabilidades.

Por hora a promotoria descartou o estabelecimento de um TAC, o termo de ajustamento de conduta.

A Policia Civil também investiga o caso, mas ainda não apesentou nenhum relatório pois ainda ouve testemunhas e representantes das empresas. O IPT também não tem um prazo determinado para entregar o laudo.

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