Após as chuvas que elevaram os níveis dos rios na região de Campinas, a liberação de água do Sistema Cantareira caiu de 3 metros cúbicos por segundo para 2,6 metros cúbicos por segundo. A intenção da medida é fortalecer os reservatórios. Para isso, as análises de pedidos de captação e de aumento de retirada em todos os rios das Bacias PCJ também foram suspensas.
Nesta terça-feira, o Rio Atibaia registrava 8,25 metros cúbicos por segundo, pouco mais que o dobro do limite da Sanasa para adotar o rodízio de fornecimento em Campinas. Mas a preocupação da empresa responsável pelo abastecimento da cidade, é que não existem garantias de vazão mínima para a captação no caso do agravamento da crise.
A Sabesp realiza a captação do chamado volume morto desde o dia 15 de maio e calcula 45 milhões de metros cúbicos na reserva em novembro se a água que entrar nos reservatórios for igual às mínimas históricas.