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Vírus da poliomielite identificado em Campinas não oferece risco

A identificação do vírus da poliomielite em uma amostra de água recolhida no aeroporto de Viracopos, em Campinas, não deve exigir uma ação mais efetiva dos órgãos de vigilância epidemiológica

A identificação do vírus da poliomielite em uma amostra de água recolhida no aeroporto de Viracopos, em Campinas, não deve exigir uma ação mais efetiva dos órgãos de vigilância epidemiológica do estado de São Paulo. Isso porque, segundo as autoridades, trata-se de um fato isolado, eventual e que não oferece risco de contaminação à população. A doença, conhecida popularmente como paralisia infantil, não tem um caso confirmado no Brasil desde 1989. O vírus foi detectado em uma amostra de água coletada durante inspeção de rotina no terminal aéreo.

De acordo com a diretora da vigilância em saúde de Campinas, Brigina Kemp, a secretária estadual de saúde não não fez nenhuma recomendação sobre a adoção de novos procedimentos. Segundo ela, o que deve acontecer é apenas o reforço das ações rotineiras de monitoramento realizadas pela Cetesb em todo o estado de São Paulo. Brigina Kemp garante que não há motivos para preocupação, porque a chance de disseminação da doença no Brasil é praticamente nula. Segundo a diretora da vigilância em saúde de Campinas, isso se deve ao fato de que o processo de erradicação da pólio no país está consolidado, onde a cobertura vacinal está acima dos 95%.

A identificação do vírus da poliomielite em Campinas foi divulgada pela Organização Mundial de Saúde. Segundo a OMS, essa amostra seria similar a outra recentemente isolada de um caso na Guiné Equatorial.

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