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Gaeco prende 20 por suposta clonagem de veículos na região

Uma operação do Gaeco de Piracicaba prendeu 20 pessoas em sete cidades das regiões de Campinas e Sorocaba, suspeitas de participação em uma organização criminosa que clonava veículos roubados, nesta

Gaeco prende 20 por suposta clonagem de veículos na região
Uma operação do Gaeco de Piracicaba prendeu 20 pessoas em sete cidades das regiões de Campinas e Sorocaba, suspeitas de participação em uma organização criminosa que clonava veículos roubados, nesta segunda-feira. As investigações começaram há mais de um ano. A organização funcionava através de quatro núcleos. Foram presos suspeitos de participação em quadrilhas de furto […]

Uma operação do Gaeco de Piracicaba prendeu 20 pessoas em sete cidades das regiões de Campinas e Sorocaba, suspeitas de participação em uma organização criminosa que clonava veículos roubados, nesta segunda-feira. As investigações começaram há mais de um ano. A organização funcionava através de quatro núcleos. Foram presos suspeitos de participação em quadrilhas de furto e roubo de veículos, de receptação, de falsificação de documentos e de fornecedores.

O Gaeco expediu 21 mandados de prisão, sendo que 20 deles foram cumpridos ainda nesta segunda-feira. Outros 32 mandados de busca e apreensão foram expedidos. Foram apreendidos pela polícia 288 cédulas de RG em branco, 49 documentos de carro, 07 títulos de leitor, 146 carteiras de habilitação, dois certificados de dispensa do exército e 194 certidões para transporte de produtos perigosos. Além disso, foram apreendidos computadores, celulares e documentos dos suspeitos, além de carros, motos, armas, motores e outros produtos. De acordo com o promotor do Gaeco de Piracicaba, André Brandão, os documentos apreendidos deverão ajudar a investigação a encontrar os demais núcleos da organização criminosa especializada em comércio de veículos clonados. Segundo ele, a iniciativa vai trazer reflexos positivos nos índices de roubo e furto de carro.

Em Campinas foram presas três pessoas suspeitas de integrarem um dos núcleos investigados pelo Gaeco, ligado à falsificação de documentos. Uma delas é um advogado, que não teve a identidade revelada. A suspeita é de que alguém ligado à Ciretran integrava a quadrilha, já que parte dos papéis de documentos apreendidos era original. O tenente do Baep, Alexandre Antunes Ribeiro, com o advogado preso em Campinas, a polícia encontrou diversos documentos que comprovam a participação dos suspeitos no esquema de falsificação. Segundo a polícia, a quadrilha cobrava até 600 reais para a emissão de documentos falsos e atuava, além de Campinas e Piracicaba, em Sumaré e Hortolândia. O advogado preso em Campinas já tinha passagem na polícia pelo mesmo crime.

 

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