A coleta mecanizada de lixo no Cambuí em Campinas completa uma semana. O período ainda é de adaptação. Moradores e comerciantes ainda têm dúvidas sobre o modelo. Um dos pontos é a falta da separação dos lixos orgânicos e não orgânicos. O comerciante, João Laurindo, reforça que não há um espaço para os lixos recicláveis.
Essa coleta para os lixos não orgânicos pelo modelo mecanizado deve acontecer só a partir do ano que vem. O diretor do Departamento de Limpeza Urbana, Alexandre Gonçalves, reforça que neste momento a prioridade é a que corresponde a maior geração de lixo.
A coleta mecanizada recebe críticas em relação ao local em que os contêineres são instalados. Sônia Camargo mora no Cambuí e fala da reclamação dos motoristas.
O tamanho do contêiner, pelos estudos da prefeitura, é um quatro do espaço de uma vaga de carro. Alexandre Gonçalves diz que os locais são estudados para não afetar o estacionamento, mas há situações em que não há alternativas. Ele reforça que o foco do projeto não é vaga para carro.
O Cambuí é a segunda área a receber a coleta mecanizada. A instalação dos mil contêineres previstos para o bairro acontece de forma gradual. Em Barão Geraldo, o modelo está presente há quase três meses. A prefeitura afirma que avaliação é boa.