Os servidores da Justiça do Trabalho da 15ª Região, que entraram em greve nesta quinta-feira, querem costurar um acordo com o judiciário em relação à reposição salarial da categoria até o final do mês. Isso porque os valores que forem acertados na negociação deverão ser apresentados pelo executivo ao congresso nacional, na previsão do orçamento da União para o próximo ano. Os trabalhadores mantém o otimismo com o provável envolvimento do recém-eleito presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, na questão.
De acordo com o presidente do sindicato dos servidores públicos federais da 15ª região, José Aristéia Pereira, a categoria pede o reajuste salarial que compense as perdas inflacionárias desde 2006. Segundo ele, a tendência é de que a greve não seja longa.
O Sindiquinze, informou que ainda não há estimativa de adesão à paralisação aprovada pelos servidores, durante assembleia. A greve integra um movimento nacional e inclui unidades trabalhistas no interior do estado de São Paulo, incluindo Araçatuba, Bauru, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sorocaba.