A superlotação nas unidades da Fundação Casa levou a Promotoria Pública do Estado de São Paulo, entrar com liminar que obriga o Estado criar novas vagas. A liminar pede a criação de 1.598 vagas entre internação permanecente e liberdade assistida. Do total de 116 unidades espalhadas pelo estado em 106 delas foi constatada a superlotação, entre elas, figuram as de Campinas. A liminar pede que a justiça obrigue a Fundação Casa a solucionar o problema dentro de um prazo de 12 meses e que até novembro, deste ano, apresente um projeto definitivo. De acordo com o promotor Tiago Toledo, a superlotação interfere diretamente no processo de ressocialização e reedução dos adolescentes assistidos. A lei segundo ele, especifica que em caso de superlotação os adolescentes devem ser postos em liberdade assistida.