Géia Borghi trabalhava como técnica em enfermagem no Hospital Mário Gatti, em Campinas. Teria sido rendida na casa dela, no bairro Boa Vista, por duas pessoas. Como lê tarô o contato foi para que ela fizesse uma sessão. Houve discussão e os três saíram da casa.
O depoimento é da mãe de Géia que é cega e não conseguiu dar mais detalhes. A técnica em enfermagem seria encontrada depois com um tiro no peito e teve o corpo carbonizado na noite de quinta-feira (9) em Monte Mor. O corpo da vítima foi encontrado amarrado e amordaçado ao lado de um veículo em chamas na estrada rural no bairro Chácara das Águas, após uma denúncia anônima.
A casa chegou a ser revirada. Objetos e eletroeletrônicos foram levados. A polícia trabalha com a hipótese de que o transexual foi levado no carro dele para a estrada rural. Uma pessoa que passava pelo local viu a movimentação e fez uma denúncia anônima para a polícia.
Quando Géia estava com a dupla na estrada, o namorado ligou e relatou aos policiais que percebeu que Géia estava nervosa. O namorado chegou a registrar denúncia de desaparecimento.