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Uso de novo volume morto põe em risco PCJ

O uso da segunda parte do volume morto do sistema Cantareira pode comprometer o abastecimento de água em cidades do interior do estado de São Paulo, principalmente na região de

Uso de novo volume morto põe em risco PCJ
O uso da segunda parte do volume morto do sistema Cantareira pode comprometer o abastecimento de água em cidades do interior do estado de São Paulo, principalmente na região de Campinas, que são abastecidas pela Bacia do PCJ, composta pelos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. A afirmação é do Ministério Público Estadual. Dentro da ação […]

O uso da segunda parte do volume morto do sistema Cantareira pode comprometer o abastecimento de água em cidades do interior do estado de São Paulo, principalmente na região de Campinas, que são abastecidas pela Bacia do PCJ, composta pelos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. A afirmação é do Ministério Público Estadual.

Dentro da ação civil ajuizada em parceria com órgão federal, o MP ressalta a necessidade de coibir o uso indiscriminado dessa segunda parte do volume morto, pela Sabesp que é responsável pelo abastecimento da vários municípios do estado, inclusive a capital. A promotora do Gaema Piracicaba, Alexandra Faccioli, fala do risco da utilização dessa segunda parte considerada estratégica do sistema Cantareira.

Para que não haja comprometimento nas cidades abastecidas pelo PCJ, o Ministério Público pede uma vazão de 3,75 m³/s para a bacia. Hoje, segundo MP fica em três. Também se questiona o fato da redução das vazões ter sido maior para o PCJ se comparado a do Alto Tietê. O promotor Ivan Carneiro destaca que a bacia doadora deve ter prioridade no abastecimento.

Na ação civil, além dos questionamentos à Sabesp, o Ministério Público também acusa a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE).

 

 

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