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Campinas abraça a campanha mundial de prevenção a violência contra a mulher

Os orgãos ligados a prevenção da violência contra as mulheres, em Campinas, promovem até o dia 10 de dezembro, uma série de eventos voltados a conscientização sobre o problema. O

Campinas abraça a campanha mundial de prevenção a violência contra a mulher
Os orgãos ligados a prevenção da violência contra as  mulheres,  em Campinas, promovem até o dia 10 de dezembro, uma série de eventos voltados a conscientização sobre o problema. O evento integra a campanha mundial  ”16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra a Mulher”, que tem como objetivo promover o debate e denunciar […]

Os orgãos ligados a prevenção da violência contra as  mulheres,  em Campinas, promovem até o dia 10 de dezembro, uma série de eventos voltados a conscientização sobre o problema. O evento integra a campanha mundial  ”16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra a Mulher”, que tem como objetivo promover o debate e denunciar a violência contra as mulheres em todo o planeta. Essa campanha foi iniciada em 1991 por mulheres de diferentes países no encontro mundial organizado pelo Centro de Liderança Global de Mulheres. Em Campinas, as ações estarão ocorrendo em diferentes pontos da cidade. Entre elas  haverá distribuição de materiais educativos, atos públicos no centro da cidade , o segundo fórum sobre a violência na Unicamp, seminários , encontros e a caminhada pela paz no dia 30 de novembro. De acordo com o Sisnov, o Sistema de Notificação de Violência, no período de janeiro a junho deste ano foram registradas 205 ocorrências de violência sexual em Campinas. O número é o maior já registrado desde 2009 quando a medição começou a ser feita. De acordo com   Cléo Dias, coordenadora do Conselho Municipal da Mulher de Campinas, a lei Maria da Penha tenho estimulado as mulheres fazer a denuncia contra a violência sofrida. Em Campinas o número de denuncias tem aumentado, mas segundo a coordenadora, ainda falta  serviço público de qualidade para atender as vítimas. Um exemplo citado é a falta de condições adequadas da Delegacia da Mulher. A auxiliar administrativo Luciana Prata Viana, na juventude foi vítima da violência doméstica e atualmente é uma ativista na luta em defesa das mulheres.  Segundo ela,  a dor psicológica sofrida pelas vítimas é muito maior que a física. Entre os  canais  para  fazer  a denuncia é o sistema telefônico 180.

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