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Cooperativa de recicláveis do Satélite Iris vai representar o Brasil

O trabalho desenvolvido pelos cooperados de uma Cooperativa de materiais recicláveis, localizada no Jardim Satélite Iris II, na periferia de Campinas, despertou o interesse dos organizadores de um evento internacional

Cooperativa de recicláveis do Satélite Iris vai representar o Brasil
O trabalho desenvolvido pelos cooperados de uma Cooperativa de materiais recicláveis, localizada no Jardim Satélite Iris II, na periferia de Campinas, despertou o interesse dos organizadores de um evento internacional que acontece no final deste mês na Colômbia. A Cooperativa de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis, Antônio da Costa Santos vai representar o Brasil, no evento denominado “Organizações […]

O trabalho desenvolvido pelos cooperados de uma Cooperativa de materiais recicláveis, localizada no Jardim Satélite Iris II, na periferia de Campinas, despertou o interesse dos organizadores de um evento internacional que acontece no final deste mês na Colômbia. A Cooperativa de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis, Antônio da Costa Santos vai representar o Brasil, no evento denominado “Organizações que Constroem Oportunidades”. A cooperativa foi criada em 2002 por trabalhadores desempregados que  participaram de cursos voltados para o cooperativismo. Atualmente mais de trinta pessoas trabalham no local. O ex-metalúrgico Stênio Ferreira é o caçula da turma e se diz muito satisfeito com trabalho desenvolvido. Já a dona Odete Aparecida Vicente, de 58 anos é uma das mais cooperadas mais antigas. De acordo com ela , uma das características que garante o sucesso da cooperativa é a união que existe entre as pessoas que trabalham no local. O sucesso da cooperativa é garantido também pelas parcerias. Todo material que chega ao local é encaminhado pela Prefeitura de Campinas, que por enquanto recicla apenas menos de 2% do lixo produzido na cidade. Um outro exemplo de parceria é a firmada como o Instituto Arcor Brasil. O projeto desenvolvido terminou no último mês de outubro, porém , de acordo com a representante da entidade, Cláudia Vilella Falseti, a satisfação foi tanta que garantiu a continuidade. Segundo  a presidente da cooperativa, Aparecida de Fátima Assis, por mês os trabalhadores conseguem processar cerca de 12 toneladas de materiais. Com o dinheiro arrecadado os cooperados já conseguiram financiar uma empilhadeira. Para ela um dos maiores orgulhos é auto sustentabilidade que vem sendo conquistada com o trabalho.  No final do mês ela  embarca  para Bogotá , onde vai expor o a experiencia dos anos dos 12 anos de cooperativismo. O convite partiu da Red América que promoveu e cofinanciou o Programa de Fortalecimento de Organizações de Base para combater a pobreza na América Latina.

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